Resumo dos melhores momentos do debate parlamentar de hoje, onde as moções de censura do PCP e do Bloco de Esquerda acabaram chumbadas
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Momentos mais quentes e marcantes do debate de hoje
Resumo dos melhores momentos do debate parlamentar de hoje, onde as moções de censura do PCP e do Bloco de Esquerda acabaram chumbadas
O aumento brutal de impostos explicado em 30 segundos
Como José Gomes Ferreira sintetiza na SIC Notícias as consequências do aumento brutal de impostos anunciado ontem pelo Ministro do Estado e das Finanças, Vítor Gaspar.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Festa das Vindimas em Fazendas de Almeirim dias 6 e 7

O Rancho Folclórico Infantil de Fazendas de Almeirim e as Velhas Guardas também de Fazendas de Almeirim promovem nos próximos dias 6 e 7 de outubro mais uma Festa das Vindimas.
O primeiro dia é dedicado ao Folclore infantil com desfile etnográfico às 15h00 desde a Capela até ao pavilhão do Sr. Josué que vai ser o palco dos dois dias da festa. Participam no festival infantil: a Escola de folclore de Santa Marta de Portozelo (Minho), Rancho Infantil e Juvenil Santa Bárbara Mexe (Algarve), Rancho Infantil de Montargil seguido de espetáculo de concertinas. À noite tem lugar um baile à moda antiga com recreação dos bailes de meados do século XX animado pelo grupo “Sons do Ribatejo”.
No dia 16, a tarde começa com o desfile das vindimas seguido do folclore das velhas guardas de Fazendas de Almeirim, Rancho Folclórico Patacão (Algarve), Rancho da Associação Cultural Folclore de Fafe e Grupo de Samora Passado. A noite termina com Fados na voz de Maurício Cordeiro, Paula Teixeira e com os talentos da freguesia.
Acompanham na guitarra portuguesa, José Manuel Bacalhau, na viola de fado, Alexandre Silva e no Baixo, José Manuel Felício.
Recorde ou veja aqui a fotoreportagem feita o ano passado na festa das vindimas nas fazendas de Almeirim que se encontra na página do blog no face
Relvas diz que este não é um tempo para competição entre partidos
"O tempo que Portugal atravessa não é um tempo para competição entre partidos. Respeitamos as moções de censura, vamos ter o seu respetivo debate e o Governo vai, mais uma vez, ter oportunidade de demonstrar a importância do caminho que tem sido seguido", afirmou Miguel Relvas aos jornalistas, na Assembleia da República.
Segundo o ministro, "há hoje um reconhecimento internacional da recuperação que Portugal foi capaz de levar a efeito durante o último ano, com sacrifícios, é verdade, com obstáculos, mas é um caminho que os portugueses, no seu conjunto, têm seguido e que trará os seus resultados".
Miguel Relvas advogou que o executivo PSD/CDS-PP "tem o seu caminho bem definido, tem uma estratégia de médio e longo prazo" e manifestou-se convicto de que os resultados positivos serão visíveis no final desta legislatura.
"Há uma certeza que nós temos: no fim desta legislatura Portugal estará seguramente numa situação muito mais confortável do que aquela que encontrámos em 2011", afirmou.
O ministro prestou estas declarações aos jornalistas no final de uma reunião com as direções das bancadas e com os coordenadores do PSD e do CDS-PP para as várias comissões parlamentares, que durou perto de duas horas.
Diretor da RTP2 'bate com a porta'
O jornalista Jorge Wemans pediu a demissão do cargo de diretor da RTP2 por discordar da nova linha de produção, pedido que foi aceite pelo conselho de administração, adiantou hoje à agência Lusa fonte oficial da RTP.
Em comunicado, o conselho de administração diz ter recebido e aceitado o pedido de demissão de Jorge Wemans e agradeceu os serviços prestados pelo jornalista no cargo que ocupava desde 2006.
"No âmbito das suas competências, o conselho de administração decidiu já solicitar parecer à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) para a nomeação de Hugo de Andrade Rodrigues, atual diretor da RTP1 e RTP Memória, para o exercício deste cargo em acumulação", refere o comunicado.
Contactado pela agência Lusa, Jorge Wemans confirmou que apresentou a demissão do cargo de diretor da RTP2 à administração da empresa por discordar das futuras linhas de produção daquele canal enquanto serviço público de televisão. "O que está em causa verdadeiramente é o que em termos de televisão e de serviço público a RTP vai oferecer aos portugueses. E essa é a razão do meu pedido de demissão", disse à Lusa Jorge Wemans.
Serviço público em causa
O jornalista explicou que, neste momento, "não tem razões nenhumas para crer que o serviço público que a RTP vai oferecer no futuro dê guarida ao que tem sido o essencial das linhas de produção e de emissão e programação da RTP2 nos últimos anos".
O jornalista disse que o que está aqui em causa não é o que se pretende fazer com a RTP, mas sim com os conteúdos que vão ser oferecidos ao público e como vão ser organizados no futuro.
"Espero que os conteúdos que vão ser oferecidos ao público sejam organizados de forma a que o serviço prestado pela RTP continue a ser culturalmente relevante, capaz de dialogar com a sociedade portuguesa e importante para a formação dos jovens", afirmou, realçando também o papel de todo o "conjunto de atores e criadores culturais que a RTP acolhia e estimulava e com quem tinha uma relação muito próxima, principalmente na área de produção de documentários".
Jorge Wemans lembrou a agenda e o debate cultural da RTP2, a ficção estrangeira de qualidade, a produção nacional de documentários e curtas, os programas infantis e a produção nacional para os mais novos.
"Como acho que estes diversos aspetos é que tornam o serviço público de televisão culturalmente relevante, considero que neste momento os meus contributos para o futuro da RTP2 e da sua programação não estão a ser suficientemente acolhidos e, por isso, não me parece que faça sentido continuar a dirigir a RTP2", concluiu.
Jorge Wemans foi para a RTP2 em 2006, substituindo na direção do canal Manuel Falcão, que tinha pedido demissão devido às alterações previstas para o projeto da estação.
Diplomado pela Escola Superior de Jornalismo de Paris, Jorge Wemans foi subdiretor do semanário Expresso, esteve ligado à fundação do jornal "Público", no qual foi diretor adjunto, e foi diretor de Informação da agência Lusa.
Vítor Gaspar fala amanhã
O ministro Vítor Gaspar deverá divulgar as medidas que irão substituir a mudança na Taxa Social Única (TSU) numa conferência de imprensa agendada para amanhã, às 15h.
Um dia depois de Durão Barroso ter anunciado que a Comissão Europeia já tinha aprovado as alterações propostas pelo Governo português, fontes em Bruxelas revelaram ao Expressso que o recuo na subida da TSU será compensado, sobretudo, pelo lado orçamental e deverá assentar num aumento de impostos e carga fiscal.
O porta-voz do ministro do comissário europeu dos Assuntos Económicos e Monetários Olli Rehn referiu ontem à Lusa que "o memorando de entendimento que incorpora as novas medidas foi acordado no final da semana passada com a Comissão e as outras instituições da troika".
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