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sábado, 29 de junho de 2013

Capa do jornal "o Crime" esta semana


Alguns dos destaques

domingo, 19 de maio de 2013

Veja como funciona a máquina de limpeza que foi apresentada na seguerex


Trata-se de um sistema único de lavagem com um motor integrado, sendo o módulo adaptável a três tipos de veículos (moto, carrinha e reboque). É o resultado de cinco anos de trabalho, pesquisa e desenvolvimento que não esqueceu as problemas ambientais. Em declarações ao semanário "O Crime", o director-geral da empresa em Portugal, Giovanni Deleo referiu que “quando este produto começou a ser usado em Itália o número de acidentes reduziu, por exemplo, em Roma, antes do serviço, 25% dos acidentes eram provocados por resíduos que ficavam do rescaldo dos acidentes provocando outros. Desde que entrámos no mercado o número reduziu significativamente".

Destaques do jornal "o Crime"

Esta semana no jornal "o Crime":

-Dizem que Passos Coelho batia na mulher;

- Juíza e filha do homem que assassinou o genro é que pode pedir a indemnização ao pai a favor da filha;

- mais um escândalo sexual na Igreja da Madeira;

Estes e outros temas para ler na edição desta semana do jornal "o Crime".
Nas bancas à quinta-feira.

domingo, 12 de maio de 2013

Capa do Jornal "o Crime" esta semana

Esta semana no jornal "o Crime":

JUÍZA SUSPEITA TENTOU MATAR-SE
- Magistrada do norte está indiciada por posse de pornografia com menores.

ASSASSINOS DE ESTUDANTE JÁ ESTÃO IDENTIFICADOS
- As autoridades já sabem quem são dois dos quatro membros do grupo que matou Marlon Correia.

Saiba porque é que o Ministério Público de Lisboa arquivou 78% das queixas que recebeu; Conheça a história do polícia de Sintra que reclamou da nota e levou com um processo disciplinar; Descubra como Terroristas e mafiosos dominam crime em Portugal e como é que o clássico FCPorto x SLBenfica colocou todas as polícias do Porto.

Ainda os dossiers especiais sobre as esquipas "fantasma" de combate ao carjacking, que seis anos após a sua apresentação, ninguém conhece; e sobre os crimes cometidos no "espaço virtual".

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Esta semana no jornal "o Crime":

 
- BANCO "FURTA" POLÍCIA
Quando um agente tentou levantar o dinheiro que estava numa conta a prazo, descobriu que a instituição o tinha aplicado num fundo de alto risco.

Continue a ler a história das orgias com José Castelo Branco; Conheça, em exclusivo, o caso de um jovem português que combate na Síria, ao lado dos insurgentes; Saiba como conselheiros de Vítor Gaspar compraram dívidas fiscais; Descubra quais os incidentes que marcaram a greve dos Guardas Prisionais; e a história macabra de um bebé queimado vivo por uma seita que acreditava que a criança era o antiCristo.

Ainda o dossier sobre o número de falsas violações, que não pára de crescer.

Estas e muitas mais histórias, do país e do mundo, no jornal "o Crime". Já nas bancas!

sábado, 27 de abril de 2013

Capa do jornal "o Crime" esta semana

Esta semana no jornal "o Crime":

- O que Castelo Branco contou das orgias
Saiba em EXCLUSIVO as revelações que o "conde" fez, à porta fechada, no tribunal.

Descubra como a falta de uma palavra absolveu 45 arguidos; Leia a história de um homem alcoolizado agrediu a mãe com um cutelo; Saiba porque Mário Lino não será julgado por mentir ao tribunal.

Ainda os dossiers especiais sobre o financiamento da Metro do Porto a Aguiar-Branco, actual Ministro da Defesa e a viagem de "o Crime" ao supermercado de droga da Cova da Moura.

Estas e muitas mais histórias do país e do mundo, no jornal "o Crime".

Professora primária agredida por aluno ao pontapé



Um aluno de 11 anos, que frequenta o quarto ano da primária de cortiçóis, Benfica do Ribatejo agrediu a professora. As agressões têm sido frequentes e recaído mais nos funcionários, mas desta vez o alvo foi a professora que apresentou queixa crime contra o aluno. A direcção do  agrupamento aguarda novo parecer do médico que acompanha a criança. 

Tudo se passou no recinto da escola pouco antes das aulas começarem. Uma criança estava a jogar à bola com os seus colegas e sem querer acertou na cabeça num dos rapazes mais problemáticos da escola. Este não se conteve e partiu para a agressão ao colega de escola que sofreu algumas arranhadelas no pescoço e só não ficou pior porque a professora chegou entretanto e separo-os. Não contente com o sucedido o rapaz agrediu a professora ao pontapé em todas as partes do corpo.
"O crime" esteve na localidade de Cortiçois e em conversa com os encarregados de educação apurou que as agressões tem sido constantes e antes desta agressão à professora a ultima foi a uma funcionária da escola.
Os médicos diagnosticaram-lhe a doença de hiperactividade encontrando-se a ser seguido por especialistas em Lisboa estando a criança a ser medicada. O nosso jornal tentou falar com a mãe do rapaz que agrediu a professora, junto do seu local de trabalho mas já não se encontrava. 
Uma fonte próxima da família adiantou-nos que "o miúdo em questão é uma criança simpática, afável, sorridente e que a mãe está preocupada com a situação estando a fazer tudo por tudo para solucionar este problema" Adiantou que já foi visto por vários especialistas e que a medicação é dada a tempo e horas não existindo nenhuma negligência por parte da mãe em relação ao filho".
Patrícia Cardoso, mãe do rapaz que foi arranhado no pescoço em declarações ao nosso jornal contou que soube do caso através do filho quando chegou a casa para almoçar e lhe contou que não tinha escola à tarde contando-lhe o sucedido. Acrescentou ainda que " esta situação tem se vindo a agravar-se e que queremos rapidamente uma solução para que se evitar este tipo de situações e digo-lhe mais a escola serve para aprender e os pais para educar". 

CCPJ de Almeirim alerta para o superior interesse da criança
Os técnicos superiores da CCPJ que estiveram no local juntamente com a GNR, através do programa especial "Escola Segura" e quando confrontados se realmente conheciam o caso sobre a agressão à professora referiram apenas que não estão autorizados a falar sobre os processos, mas alertaram que a criança deve ser protegida dos holofotes da comunicação social e antes de se falar de um assunto destes temos que ter em conta o superior interesse da criança.
Associação de Pais defende que a criança deve ser  medicada não carece de problemas
Para Pina Nunes, presidente da associação de pais do agrupamento de escolas Febo Moniz em entrevista por mail ao nosso jornal considerou que se trata de um caso muito particular, na medida em que temos que tomar em consideração que o aluno agressor, é uma criança que sofre de uma patologia do foro psiquiátrico. Sabemos que a criança está a ser acompanhada clinicamente, mas que sofreu recentemente alterações na medicação que lhe tem vindo a ser ministrada, e que, eventualmente, por esta razão, terá provocado alterações no comportamento desta. Na nossa opinião, deveriam existir medidas sociais e legais que permitissem dar o acompanhamento, resposta e o suporte cabal para crianças como estas, bem como para as suas respectivas famílias e escolas onde as mesmas se encontram inseridas, o que, infelizmente, assim não acontece. Terminou dizendo que "se a criança estiver devidamente medicada, não oferece qualquer perigo para os demais colegas de escola, família ou restantes elementos da comunidade escolar. Sabemos que a família tem-se esforçado para encontrar o melhor acompanhamento médico/clínico para a criança, mas há situações que escapam ao controlo do ser humano"

Reportagem publicada na edição nº 1602 do jornal semaário "o Crime"

 

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Capa do jornal "o Crime" esta semana


Esta semana, no jornal "o Crime":

Saiba porque um homem que matou o seu amigo foi absolvido; Descubra como os terroristas de Boston usaram panelas de pressão para fabricar bombas; Conheça a história do falso padre que voltou a celebrar missa... e a burlar.

Ainda a possível prescrição do caso Rui Pedro; A nova guerra dos sindicatos policiais e as mulheres do "Bairro Vermelho" de Viseu.

Estas e muitas mais histórias do país e do mundo no jornal "o Crime". Já nas bancas


quinta-feira, 11 de abril de 2013

Capa do jornal "o Crime" esta semana


Esta semana no jornal "o Crime":

Saiba o que se passa na Mata de Ovar. Sexo e droga, para todos os gostos, à vista de toda a gente.
Descubra que é o homicida de Cacia, que a advogada do "estripador de Lisboa" diz conhecer; Leia quais foram os Juízes castigados pela Justiça; Conheça a história de um idoso que foi morto e da sua empregada, espancada durante um assalto em Moreira de Cónegos.

Ainda o dossier sobre as nomeações no Governo e outro sobre os burlões castigados e bancos envolvidos que escaparam à Justiça.

Estas e muitas mais histórias, de Portugal e do Mundo, no jornal "o Crime". Já nas bancas!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Capa do jornal "o Crime" esta semana


Na edição desta semana do jornal "o Crime":
- Conheça os bordéis "legais" em Guimarães. Veja a lista de empresas públicas e privadas, subsidiadas pelo Estado. Conheça pedido de revisão extraordinária da sentença de Carlos Cruz. Leia os últimos desenvolvimentos do Caso Mamarrosa e saiba porque os polícias querem penas mais pesadas para agressores.

Ainda o dossier sobre o RASI 2012 - Relatório Anual de Segurança Interna.

Estas e muitas mais histórias de Portugal e do Mundo, na edição desta semana do jornal "o Crime". 
Já nas bancas

sexta-feira, 29 de março de 2013

Agentes da PSP condenados por tortura a quatro anos de prisão

Pela primeira vez na história da justiça portuguesa, dois agentes da PSP viram confirmadas pelo Tribunal da Relação de Lisboa as penas por terem alegadamente torturado um jovem alemão no ano de 2008, no interior de uma esquadra. Mas todo o processo levanta muitas dúvidas

Rui Neto e Osvaldo Magalhães são os agentes da PSP que foram acusados de torturar, despir, agredir e pisar um jovem alemão, Adrian Gruner, que se encontrava a estudar Linguística, em Portugal, ao abrigo do programa Erasmus. A vítima dos maustratos policiais andava na zona do Bairro Alto, Lisboa, supostamente a provocar desacatos. Corria o mês de Julho de 2008 e estava acompanhado da namorada. Ao que “o Crime” apurou, a namorada do adolescente entrou no eléctrico e ele pendurouse na traseira do veículo e seguiu viagem sem pagar bilhete. Quando o veículo parou, foi abordado pelos dois agentes para se identificar recusando-se inicialmente a ir com os agentes para a esquadra. A vítima contou em tribunal que durante o tempo em que esteve na esquadra, lhe foi exigido que se despisse totalmente para que fosse feita uma revista. Fonte próxima do caso revelou ao nosso jornal que o rapaz, quando saiu do posto, só se dirigiu ao hospital duas horas depois da identificação.
Para o presidente do Sindicato Unificado da Polícia (SUP), Peixoto Rodrigues, “todo este processo suscita dúvidas e é extremamente complexo”. O dirigente sindical coloca o dedo na ferida: “Se o tribunal está absolutamente convicto daquilo que eles fizeram e depois, de um momento para o outro, decide não emitir
os mandatos de detenção, então quer dizer que algo está errado.”
Peixoto Rodrigues vai mais longe e levanta a hipótese de o comandante da esquadra não ter tido um bom comportamento perante os seus subordinados: “Se o Ministério Público (MP) validou o inquérito, inserindo-o no processo, o comandante do posto deveria ter verificado o auto de identificação e qual o despacho que o MP deu a este auto. É o comandante que tem a competência de analisar e depois de validar ou não o despacho do procurador, tendo a sua opinião que seguir sempre anexada ao processo”.
Quando questionado se o próprio tribunal queria passar a mensagem que o mesmo é soberano e ninguém está acima da lei, Peixoto Rodrigues foi peremptório: “Claramente que sim. Eu pessoalmente concordo que
eles deveriam ter uma sanção, mas esta pena é extremamente exagerada e não se compreende”. E acrescentou: “Ninguém coloca em causa o procedimentos dos agentes. Agora também não se compreende o porquê do tribunal desvalorizar os depoimentos das testemunhas e dos próprios polícias, valorizando só a do jovem alemão”.
No tribunal de primeira instância, os juízes consideraram que o comportamento dos agentes colocaram em
causa os próprios fundamentos do Estado. Ambos continuam de baixa médica desde 2011 e depois desta pena a que foram condenados nunca mais poderão exercer a sua profissão.

Publicado esta semana no jornal "o Crime"

Capa do jormal "o Crime" esta semana

Quanto custa o gabinete de Pedro Passos Coelho por mês? E Quanto vamos pagar pela reintegração do ex-espião Silva Carvalho (a avaliar pela foto está na maior)? Estas e outras notícias, como um indivíduo que matou a mãe por não gostar do jantar ou o roubo de pisciculturas em Aveiro, para ler no semanário "o Crime", já nas bancas 

sexta-feira, 22 de março de 2013

PJ PASSA AO LADO DA MORTE DO JOVEM DA BELA VISTA



O Bairro da Bela Vista, em Setúbal, voltou a estar a ferro e fogo no passado fim-de- semana. Tudo devido à morte de um jovem que morreu quando fugia da Polícia.

A vítima circulava de moto e sem capacete na zona das Manteigas, próximo do bairro. Desobedeceu à ordem de paragem das autoridades e colocou-se em fuga. Um chefe da PSP efectuou dois disparos para o ar para intimidar e Rúben Marques, de 18 anos, acabou por se despistar numa das travessas do bairro devido a um choque com um cão. Bateu num poste e faleceu. Apesar de inicialmente se desconhecer a causa da morte, a PJ soube do caso pela comunicação social e quando procurou saber mais sobre o assunto foi informada de que a referida situação já não implicava o seu envolvimento.
Os tumultos começaram quando se espalhou o boato de que o jovem Rúben Marques, morador no bairro, teria sido alvejado com um tiro na cabeça pelos agentes, provocando a revolta de um grupo de jovens que cercaram a esquadra e provocaram o pânico no bairro. Tudo serviu como armas de arremesso para mostrar a “revolta”, desde queimarem os caixotes de lixo a tomarem de assalto a um autocarro de transporte de passageiros para provocar o pânico.
Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia disse, em comunicado, que “foram disparados tiros de shotgun, mas ao que tudo indica não terão atingido o  jovem que acabou por se
despistar. Agora se o despiste foi originado por se ter assustado com os tiros, recorde-se, que são de borracha isso já não sei”. Esta versão foi confirmada por António Ramos, dirigente do Sindicato Profissionais de Polícias, que accionou de imediato a equipa de medição que este sindicato tem permanentemente no bairro.
Rúben era morador no bairro da Bela Vista e foi mais uma das vitimas que morreu em confrontos com a policia e ao que o nosso jornal apurou o jovem era sobrinho de um agente da esquadra da PSP da Bela Vista.  Esta morte ficou imediatamente, associada aos agentes da PSP tendo sido os mesmos acusados de matar o adolescente  pelos próprios familiares.
O resultado da autópsia divulgado pela Procuradoria Geral da Républica (PGR) veio apaziguar os ânimos vividos no fim de semana passado revelando que o mesmo morreu devido a  um traumatismo craniano  confirma que a causa foi originada pelos disparos. Devido a esta morte a Inspecção Geral da Administração interna abriu um inquérito para averiguar a actuação da PSP.
Morte do Jovem
A vitima, ao que o nosso jornal apurou era sobrinho de um agente da esquadra da PSP da Bela Vista. Esta morte ficou imediatamente, associada aos agentes policiais, que foram acusados da morte do rapaz pelos próprios familiares.
O resultado da autópsia divulgado pela Procuradoria - Geral da República (PGR) veio apaziguar os ânimos revelando que o mesmo morreu devido a um traumatismo craniano, confirmando que a causa da morte não foi originada pelos disparos. Devido a esta morte a Inspecção-Geral da Administração Interna abriu um inquérito para averiguar a actuação da PSP. Interna (MAI), Miguel Macedo para apresentar várias soluções para o problema.
Em comunicado enviado ao jornal “o Crime” sobre o rescaldo da reunião pode-se ler que foi apresentado “um conjunto de ações de inclusão social em curso em Setúbal, nomeadamente na Bela Vista, em particular o projeto “Nosso Bairro, Nossa Cidade”, que envolve os moradores na tomada de decisão sobre as medidas a desencadear em diferentes domínios com vista à melhoria da qualidade de vida e à eliminação de estigmas”.
No mesmo comunicado, a autarca requereu ao MAI um aumento do policiamento de proximidade na Bela Vista, uma vez que este “policiamento é considerado pela Câmara de Setúbal a opção correta para assegurar
Reunião entre A Câmara e o MAI
Após os desacatos provocados no Bairro da Bela Vista a presidente da autarquia de Setúbal, Maria das Dores Meira, reuniu-se com o Ministro da Administração eficácia no relacionamento das forças da autoridade com as populações e dissuadir comportamentos delituosos”.
No final da reunião, ficou a garantia dada pelo MAI de “ver a possibilidade de reorganizar os meios de policiamento de proximidade existentes em Setúbal com o objetivo de verificar se há condições para reformular esses mecanismos no concelho e, em particular, nalguns bairros”.
Apoio psicológico
A presidente do Centro Cultural Africano, Carla Marie Jeanne, revelou que os familiares directos do jovem, designadamente, a mãe e as irmãs, uma com 10 e a outra com 13, estão a ser devidamente acompanhadas pelas técnicas e auxiliares do centro no sentido de lhes ser prestado todo o apoio ajudando-os a minimizar a dor pela perda do irmão. O Centro Cultural Africano, inaugurado em Setembro de 2001 e instalado no Bairro da Bela Vista, procura ajudar os jovens com necessidades e enraizar e desenvolver a Cultura Africana junto da população através de diversas
actividades.
“Neste momento, o ambiente do bairro está calmo, mas foi um trabalho deitado abaixo e que agora temos que voltar a recuperar. O que posso dizer é que as pessoas estão tristes e sentidas pela morte do Rúben, mas ficaram mais tranquilizadas com o resultado da autópsia”, afirmou a responsável daquele centro.
Relativamente as declarações proferidas pela autarca no final da audiência com o Ministro da Administração Interna, onde foi pedido um maior policiamento de proximidade pois, para a autarquia de Setúbal esta é a opção correcta para assegurar eficácia no relacionamento
das forças da autoridade com as populações e dissuadir comportamentos delituosos, Carla Marie foi lacónica: “Um policiamento de proximidade, onde temos
um polícia para cada pessoa? Nós consideramos que é um exagero. O que queremos, e isso resultou, são agentes com formação especializada para lidar com os diversos problemas e que sejam capazes de acompanhar e estar atentos a pequenas alterações comportamentais agindo de imediato”
CM de Setúbal não responde
Enviámos perguntas à presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira. Até ao fecho desta edição não recebemos qualquer resposta.
1- Em 2009 ocorreram desordens diversas no Bairro da Bela Vista, de onde resultou um morto. Nessa
altura afirmou numa entrevista na TVI que o bairro era bastante sossegado e que não existiam conflitos. As informações da PSP revelam o contrário, designadamente o RASI. Mantém o que disse na entrevista?
2- Defendeu um policiamento de proximidade Como solução para evitar situações iguais às que ocorreram este sábado na Bela Vista?
3- O programa “ Nossa cidade nosso bairro” que refere no comunicado foi implementado só na Bela Vista Ou em outros bairros da cidade de Setúbal? Se sim quais?
4 - A reunião que teve com o MAI foi pedida na sequência da morte do jovem, ou já estava pedida? Há quanto tempo?

Reportagem publicada no jornal semanário "o Crime" esta semana

quinta-feira, 21 de março de 2013

Capa do jornal "o Crime" esta semana

Esta semana, em destaque no semanário "o Crime":

Saiba como terroristas usam o aeroporto de Lisboa. Conheça a história das freiras expulsas do Santuário de Cerejais e descubra porque é que a PJ esteve atrasada na investigação a morte de jovem na Bela Vista.
Ainda o dossier especial sobre o novo modelo de polícias portuguesas.

Estas e muitas mais histórias de Portugal e do Mundo, no jornal "o Crime". às quintas-feiras nas bancas.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Ex comandante de Coruche acusado de Tortura clama inocência




Sérgio Malacão, ex comandante do posto da GNR de Coruche está acusado pelo Ministério Público (MP) de um crime de tortura e de dois crimes de ofensa à integridade física qualificada. O sargento nega as acusações e fala em falta de provas e perseguição.
A acusação é feita com base na denúncia de três feirantes - pai e dois filhos - que vendiam brinquedos de plástico e que foram detidos pelos militares da GNR, incluindo o arguido, na sequência de distúrbios ocorridos no recinto da festa em honra de Nossa Senhora do Castelo, em Coruche a 16 de agosto de 2010. “O MP fez o inquérito todo sem sequer me ouvir. Só fui chamado a prestar declarações em 2012, quando se sabe que as investigações têm um prazo legal de oito meses para serem concluídas.

A cada dia que passava as acusações aumentavam e eu alheio a tudo. Trata-se de uma acusação sem sentido e que eu provei ser falsa com várias testemunhas. Porém, o MP não quis saber e fez a acusação na mesma”, revelou a “o Crime” o sargento Malacão.
De acordo com este militar, actualmente a trabalhar em Setúbal, as pessoas que o acusam e que foram detidas na festa nem sequer foram acusadas pelo MP de Coruche: “Só na fase de instrução, aberta a meu pedido, é que o MP de Santarém os acusou de dois crimes de injúrias, dois de ameaças agravadas e dois de ofensas à integridade física. Eles dizem que os agredi, mas eu é que levei com um barrote cabeça contra um jipe” que estava no local. No mesmo despacho, o MP critica os comportamentos do militar dizendo que “os ilícitos imputados ao arguido foram de extrema gravidade e foram cometidos durante o exercício das funções que são de autoridade pública, demonstrando assim uma personalidade insensível ao direito e aos deveres inerentes às suas funções pretendendo, assim, perturbar a sua capacidade de livre determinação e circulação”.
Acrescenta, ainda, “que o arguido sabia que os mesmos se encontravam detidos e que estava sob a sua responsabilidade diminuindo assim a sua auto estima por estes se afastarem da localidade”.
A acusação sustenta ainda que as vítimas foram assistidas no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde lhes foram diagnosticados diversos traumatismos, nomeadamente craniano com perda de conhecimento, e diversos nas costas e tive de receber tratamento hospitalar. Tenho a certeza que estou inocente e quero acreditar que isso vai ficar provado.”
A acusação
Segundo a acusação, a que o nosso jornal teve acesso, o MP sustenta os crimes com base nos relatos proferidos pelos feirantes que alegam que o militar, já no posto, terá “apontado um revólver, onde percutiu o gatilho como se tivesse a jogar à roleta russa e agrediu três queixosas com um chicote tipo raboboi, com pontapés, socos, bastonadas, ventoinha, um
telefone e uma mesa” tudo com as alegadas vítimas algemadas. As supostas agressões aos três homens, continuaram, diz o MP, num pátio, onde o arguido “desferiu pancadas nas costas das vítimas com uma mangueira e molhou-lhes a roupa”. Seguidamente, o ex-comandante terá agarrado os cabelos do jovem de 16 anos e “atirou-lhe a hematomas ficando impossibilitadas de trabalhar durante vários dias.
No entanto, a defesa do militar condena as palavras dos arguidos dizendo que “as supostas agressões tiveram apenas um intuito defensivo e as lesões apresentadas só poderão ter sido causadas no acto da detenção, quando os feirantes se recusaram a acompanhar os militares”.
Na véspera, segundo o nosso o nosso jornal apurou, os queixosos tinham-se envolvido numa rixa com outros feirantes, numa disputa de espaço no recinto das festas.
Armas
Além deste processo, o sargento Malacão está ainda a ser investigado por manter armas ilegais e estupefacientes no posto de Coruche. “Trata-se de mais uma falácia. Foram lá apreender as armas, mas eu quando fui comandar o posto fiz um levantamento de todo o material existente e entreguei o relatório aos meus superiores.

Publicada no jornal o crime esta semana